OS PAPAS - ALGUNS DADOS INTERESSANTES:
1. NACIONALIDADE DOS PAPAS
Sírios 6
Alemães 6
Africanos 3
Espanhois 3
Dálmatas 2 (iuguslavos)
Português 1
Palestino 1
Ingles 1
Holandes 1
Polonês 1
Total 265
2. Duração dos Pontificados - Os mais longos
Pio IX 32 anos
Leão XIII 25 anos
Pio VI 24
Adriano I 23
Pio VII 23
Alexandre II 22
Clemente IX 21
Urbano VIII 21
S. Silvestre 21
S. Leão I (Magno) 21
S. Leão III 21
Pascoal II 19
Pio XII 19
Inocêncio II 18
João XXII 18
Bento XIV 18
Pio XI 17
Os mais curtos
Estevão 3 dias
Bonifácio VI 10
Urbano VII 15
Marcelo II 20
Teodoro II 20
Celestino IV 20
Dâmaso II 20 dias
Pio XIII 26
Leão XI 26
Adriano V 28
João Paulo I 33
Gregório VIII 57
Inocêncio IX 62
Vitor III 113
3. Número de papas por séculos
Século Número de papas
I 5
II 10
III 14
IV 10
V 12
VI 13
VII 20
VIII 13
IX 20
X 23
XI 21
XII 16
XIII 17
XIV 10
XV 11
XVI 17
XVII 11
XVIII 8
XIX 6
XX 8
4. Papas que renunciaram
- Ponciano, em 235
- Celestino V, em 1294
- Gregório XII, 1415 (havia sido deposto pelo Concílio de Pisa, depois renunciou espontaneamente).
5. Papas que foram depostos
- Silvério, em 537
- João X, em 928
- João XI, em 935
- João XII, em 963
- Bento V, em 964
- Leão VIII, em 964
- Gregório XII, deposto ilegalmente pelo Concílio de Pisa em 1409, abdicou em 1415.
- Bento IX, deposto três vezes, em 1044, 1045 e em 1047.
6. Papas irmãos
S. Paulo I , sucedeu em 757 ao seu irmãoS. Estevão II (III).
João XIX, secedeu em 1024 ao seu irmão Bento VIII.
7. Papas que reinaram várias vezes
- Bonifácio VII (antipapa), foi eleito a primeira vez em 974 e novamente eleito em 978.
- Bento IX (1032 - 1044), foi reeleito depois de ter sido deposto (1045), mais tarde foi novamente deposto e novamente reeleito (1047 - 1048).
CURIOSIDADES SOBRE OS PAPAS
Primeiro papa mártir e primeiro que a Igreja reconheceu como santo: apóstolo Pedro (+ c.64).
Primeiro de onze papas gregos: Evaristo (c. 100-109). O último dos papas gregos: Zacarias (741-752).
Primeiro papa a atuar como único bispo de Roma: Pio I (c. 142 - c. 155). (Antes de Pio I, a forma de governo na Igreja romana era colegial, não monoepiscopal).
Primeiro de seis papas sírios: Aniceto (c. 155- c. 166). O último dos papas sírios: Gregório III (731-741).
Primeiro de dois, talvez três, papas africanos: Vítor I (189-198); o terceiro (ou segundo) foi Gelásio I (492-496). (Melquíades, 311-314, talvez fosse africano). Vítor I foi também o primeiro papa a fazer valer sua autoridade além de sua diocese, ao exigir que determinadas igrejas seguissem a prática romana de celebrar a Páscoa no domingo depois da Páscoa judaica, em vez de no dia 14 de Nisan.
Primeiro papa a abdicar (depois de preso e deportado): Ponciano (230-235). Último papa a abdicar, ou renunciar, não foi Celestino V (1294), mas Gregório XII, em 1415. Outros papas que abdicaram, ou renunciaram, incluem Silvério em 537, João XVIII em 1009, e Bento IX em 1045 (reintegrado em 1047).
Primeiro papa a usar como residência papal o Palácio de Latrão (que lhe foi dado pelo imperador Constantino): Melquíades (311-314).
Primeiro papa não incluído entre os santos (sob pressão imperial, havia aprovado a excomunhão de S. Atanásio durante a controvérsia ariana): Libério (352-366).
Primeiro papa a publicar decretais no estilo de editos imperiais: Sirício (384-399).
Primeiro (e único) papa a suceder ao pai como papa: Inocêncio I (401-417). Seu pai foi Anastácio I (399-401). Ambos foram reconhecidos como santos. (Hormisdas [514-523]) também teve um filho que se tornou papa, mas não como seu sucessor imediato: Silvério [536-537]. Ambos são reverenciados como santos.)
Primeiro de dois papas a ser chamado "Magno" e também o primeiro papa a reivindicar com eficiência jurisdição sobre a Igreja universal, do Oriente e do Ocidente: Leão I (440-461). O outro papa chamado "Magno" foi Gregório I (590-604).
Primeiro papa a ser chamado vigário de Cristo: Gelásio I (492-496).
Primeiro papa a conceder o pálio (símbolo da autoridade pastoral) a um bispo fora da Itália: Símaco (498-514).
Primeiro papa a sair da Itália para ir ao Oriente (Constantinopla): João I (523-526).
Primeiro papa de origem germânica (embora nascido em Roma): Bonifácio II (530-532). Mais tarde haveria cinco papas naturais da Alemanha, sendo o primeiro Gregório V (996-999) e o último, Vítor II (1055-1057).
Primeiro papa a adotar um nome diferente ao ser eleito papa (seu nome original era o de um deus pagão, Mercúrio): João II (533-535). O último papa a adotar o próprio nome foi Marcelo II (1555).
Primeiro papa a ser excomungado (por um sínodo de bispos africanos, devido a sua indecisão quanto ao ensinamento do Concílio de Calcedônia [451]): Vigílio (537-555).
Primeiro papa a ser consagrado com a aprovação do imperador bizantino (exigida para validade, depois da conquista bizantina da Itália): Pelágio I (556-561). (Pelágio I foi também o primeiro e único papa a ser nomeado papa por ação imperial, sem eleição prévia). Gregório III (731-741) foi o último papa a buscar aprovação imperial para sua consagração.
Primeiro papa (entre vários) a ter sido monge: Gregório Magno (590-604).
Primeiro (e único) papa a ser excomungado por um concílio ecumênico (o Terceiro Concílio de Constantinopla em 680, por sua adesão involuntária à heresia do monotelismo): Honório I (625-638).
Último papa a ser reconhecido como mártir: Martinho I (649-654).
Primeiro (e único) papa a ratificar a condenação de um antecessor (Honório I [625-638] por um concílio ecumênico (Constantinopla III, em 680): Leão II (682-683).
Primeiro papa eleito cujo nome não consta da lista oficial de papas, porque morreu antes de ser consagrado bispo de Roma: Estevão II (752).
Primeiro papa a governar os Estados pontifícios: Estevão II (III) (752-757).
Primeiro papa a suceder ao irmão (Estevão II [III]): Paulo I (757-767). O outro foi João XIX (1024-1032), irmão mais novo de Bento VIII (1012-1024).
Primeiro papa assassinado: João VIII (872-882). Outros papas que morreram assassinados: talvez Adriano III (884-885), Estevão VI [VII] (896-897), Leão V (903), João X (914-928), talvez Sérgio IV (1009-1012), Bento VI (973-974), e talvez Urbano VI (1378-1389). Dois outros papas morreram depois de receber tratamento brutal na prisão: Estevão VIII [IX] 939-942) e João XIV (983-984).
Primeiro (e único) papa a prestar obediência a um imperador ocidental: Leão III (795-816).
Primeiro papa a ungir um imperador: Estevão IV (V) (816-817).
Primeiro bispo de outra diocese a ser eleito bispo de Roma e, portanto, papa - infringindo o cânon 15 do Primeiro Concílio de Nicéia (352): Marino I (882-884).
Primeiro (e único) papa cujo corpo foi exumado e julgado (o "Sínodo do Cadáver") por um de seus sucessores (Estevão VI [VII]) sob a alegação de diversas ofensas, inclusive Ter aceito a eleição para bispo de Roma, quando já era bispo de outra diocese: Folrmolso (891-896).
Primeiro (e único) papa eleito depois de ter sido despojado do subdiaconato e do sacerdócio por imoralidade: Bonifácio VI (896). (Morreu quinze dias após a eleição que, em primeiro lugar, foi duvidosa).
Primeiro papa a ser deposto sem ser por iniciativa imperial: Estevão VI (VII) (896-897), o papa que presidiu o chamado Sínodo do Cadáver, que julgou o falecido papa Formoso culpado de diversas ofensas. Primeiro papa a ser deposto por um sínodo romano (e depois reintegrado) foi João XII (963 e 964, respectivamente).
Primeiro (e único) papa que ordenou o assassinato do antecessor (Leão V): Sérgio III (904-911).
Primeiro (e único) filho ilegítimo de um papa a também ser eleito papa: João XI (931-935-936). Seu pai foi Sérgio III (904-911).
Primeiro (e único) papa eleito ainda adolescente: João XII (955-964), eleito aos 18 anos. Foi também o segundo papa a mudar o nome (Otaviano) ao ser eleito.
Primeiro leigo eleito papa (embora a legitimidade de sua eleição tenha sido assunto debate canônico): Leão VIII (963-965. Três leigos (cujas eleições não foram duvidosas) foram eleitos papa sucessivamente no século seguinte: Bento VIII (1012-1024), João XIX (1024-1032) e Bento IX (1032-1044; 1045; 1047-1048).
Primeiro de dois papas eleitos que se chamavam Pedro e, por respeito ao santo apóstolo, mudaram o nome papal: João XIV (983-984). O outro foi Sérgio IV (1009-1012).
Primeiro papa a canonizar formalmente um santo (Ulrico de Augsburgo, em 993): João XV (985-996).
Primeiro de cinco papas alemães: Gregório V (996-999). O último papa alemão foi Vítor II (1055-1057).
Primeiro de dezesseis papas franceses: Silvestre II (999-1003). O último dos papas franceses foi Gregório XI (1371-1378).
Apenas cinco dos 123 papas do segundo milênio foram canonizados. O primeiro foi Leão IX (1049-1054) e o último, Pio X (1903-1914). Os outros três foram: Gregório VII (1073-1085), Celestino V (1294) e Pio V (1566-1572).
Primeiro (e único) papa que serviu em três períodos distintos: Bento IX (1032-1044; 1045; 1047-1048).
Primeiro papa claramente legítimo a conservar a diocese anterior, como bispo de Roma: Clemente II (1046-1047), que conservou a diocese de Bamberg. Os três papas alemães que o sucederam fizeram o mesmo: Câmaso II (1048) reteve a sé de Brixen; Leão IX (1049-1054) reteve a sé de Toul; e Víto II (1055-1057) reteve a sé de Eichstätt. Assim também Nicolau II (1058-1061) continuou bispo de Florença. Estevão IX [X] (1057-1058) continuou abade de Monte Cassino depois de eleito papa. Urbano III (1185-1187) reteve a arquidiocese de Milão para impedir que as rendas passassem para os cofres imperiais, e Bento XIII (1724-1730) reteve a diocese de Benevento, tendo sido o último papa a ter duas dioceses simultaneamente - prática condenada, conhecido como pluralismo. (Silvestre III reteve a diocese de Sabina, em 1045, mas pode ter sido antipapa).
Primeiro papa a restringir a eleição papal ao Colégio de Cardeais: Nicolau II, em 1059. Em 1179, no Terceiro Concílio de Latrão, Alexandre III decretou que era necessária a maioria de dois terços para a eleição. (Em 1945, Pio XII alterou para dois terços mais um. Em 1996, João Paulo II voltou essa regra para dois terços e também decretou que só a maioria absoluta é necessária depois de 33 sufrágios inconclusivos). Gregório X (1272-1276) decretou que a eleição papal deve se realizar dentro de dez dias após a morte do papa, na cidade onde ele morreu e sem que os cardeais-eleitores tenham contato com o mundo exterior. Gregório XV (1621-1623) decretou que tais eleições devem se realizar por sufrágio secreto.
Primeiro papa a reivindicar autoridade temporal além da espiritual, sobre todo o mundo cristão, e também primeiro papa a exigir que os arcebispos metropolitanos fossem a Roma para receber o pálio: Gregório VII (1073-1085). Inocêncio III (1198-1216) foi o primeiro papa a proclamar essa autoridade sobre o mundo todo.
Primeiro papa a ser beatificado sem se canonizado subseqüentemente: Vítor III (1086-1987). O último até agora foi Inocêncio XI (1676-1689).
Papa que fundou a Cúria Romana (1089) e primeiro papa a formar uma cruzada para libertar Jerusalém dos muçulmanos: Urbano II (1088-1099).
Primeiro papa cisterciense: Eugênio III (1145-1153).
Primeiro (e único) papa inglês: Adriano IV (1154-1159).
Primeiro de muitos papas que eram advogados: Alexandre III (1159-1181).
Primeiro papa a estabelecer procedimentos para a Inquisição proceder à supressão e ao castigo de hereges: Lúcio III (1181-1185). Gregório IX (1227-1241) estabeleceu a Inquisição papal sob a direção dos dominicanos, e Paulo III (1534-1549) estabeleceu a Congregação da Inquisição Romana (Santo Ofício).
Primeiro papa a ser eleito por um conclave formado por menos de dez cardeais: Celestino IV (1241). (Em 1261, quando Urbano IV foi eleito, restavam apenas oito cardeais no colégio).
Primeiro papa dominicano e primeiro papa a adotar a batina branca (O HÁBITO DOMINICANO) como indumentária papal usual: Inocêncio V (1276). O costume da batina papal branca foi adotado definitivamente depois do pontificado de outro dominicano, S. Pio V (1566-1576). (Quando foi eleito papa, em 1362, Urbano V conservou o hábito preto beneditino).
Primeiro (e único) papa português e único médico papa: João XXI (1276-1277).
Primeiro papa a residir no Palácio do Vaticano: Nicolau III (1277-1280).
Primeiro papa franciscano: Nicolau IV (1288-1292).
Primeiro (e único) ermita eleito papa: Celestino V (1294)
Primeiro papa a proclamar um Ano Santo (1300): Bonifácio VIII (1295-1303).
Primeiro dos papas de Avignon: Clemente V (1305-1314). O último foi Gregório XI (1371-1378).
Último papa eleito sem ser cardeal: Urbano VI (1378-1389).
Primeiro papa renascentista: Nicolau V (1447-1455).
Primeiro de dois papas espanhóis: Calisto III (1455-1458). O segundo foi o infame Alexandre VI (1492-1503).
O papa que construiu a capela Sistina e criou os arquivos do Vaticano: Sisto IV (1471-1484).
Primeiro papa a encomendar projetos para a reconstrução da Basílica de São Pedro : Júlio II (1503-1513).
Primeiro papa da Reforma, que excomungou Martinho Lutero em 1521: Leão X (1513-1521).
Primeiro (e único) holandês eleito papa e último papa não-italiano antes de João Paulo II, em 1978: Adriano VI (1522-1523).
Último papa a manter o nome de batismo depois de eleito: Marcelo II (1555).
Papa que criou o Índex de Livros Proibidos, em 1557: Paulo IV (1555-1559).
Papa que transformou o calendário juliano no calendário gregoriano: Gregório XIII (1572-1585).
Papa que consagrou a nova Basílica de São Pedro e o primeiro a usar o Castel Gandolfo como residência de verão: Urbano VIII (1623-1644).
Primeiro (e único) papa a suprimir uma importante ordem religiosa, a Companhia de Jesus, em 1773: Clemente XIV (1769-1774). (Os jesuítas foram reintegrados, em 1814, por Pio VII).
Primeiro (e único) monge camaldulense eleito papa e o último papa eleito que ainda não era bispo: Gregório XVI (1831-1846).
Primeiro papa a tentar reconciliar a Igreja com a cultura moderna: Leão XIII (1878-1903).
Primeiro papa a usar o rádio para uma comunicação pastoral: Pio XI (1922-1939).
Primeiro papa a usar a televisão como meio de comunicação pastoral: Pio XII (1939-1958).
Primeiro papa a viajar de avião e visitar países distantes milhares de quilômetros de Roma: Paulo VI (1963-1978).
Primeiro papa a adotar nome duplo e, em mais de mil anos, abrir mão do rito da coroação: João Paulo I (1978).
Primeiro papa eslavo (polonês) e primeiro não-italiano desde Adriano VI (1522-1523): João Paulo II (1978-).
http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=esc&cat=78&scat=84&id=2422
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